Jogo GROK

Avaliado como 5.00 de 5, com baseado em 10 avaliações de clientes
(10 avaliações de clientes)

R$150,00

Quantidade | Preço unitário (desconto progressivo)
2-3 R$138,00
4-6 R$132,00
7-9 R$126,00
10-20 R$120,00
21+ R$117,00

Um jogo de cartas de sentimentos e necessidades para exercitar a empatia e apoiar a prática de comunicação não-violenta.

A caixa contém: 75 cartas de sentimentos (no feminino e masculino) | 75 cartas de necessidades | manual com 20 formas de jogar (com variações para jogar sozinho, em pequenos e grandes grupos).

Além de um produto, o GROK também é uma experiência, um agente de transformação social, e uma história.

Conheça mais na página oficial do jogo: https://jogogrok.com

18 em estoque

Descrição

Conheça tudo sobre o GROK em sua página oficial: https://jogogrok.com

Informação adicional

Peso0.4 kg
Dimensões17 × 11 × 5 cm
Jogo em inglês

A Colibri é tradutora e distribuidora oficial do GROK em português. A versão em inglês que existe há mais de 10 anos foi criado por duas facilitadoras americanas certificadas em CNV.
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Para adquirir o jogo em inglês e/ou conhecer o trabalho delas, acesse:
http://www.groktheworld.com

10 avaliações para Jogo GROK

  1. Avaliação 5 de 5

    Livia B.

    Hoje foi dia de grupo terapêutico com os adolescentes e trabalhamos o tema do suicídio.

    Depois do depoimento corajoso de uma integrante que já tentou se matar, fizemos juntos o exercício de colocar no centro os sentimentos que cada um acredita que esteja presente quando alguém pensa em pôr fim à vida.

    Ao redor, foram colocadas cartas que o grupo associou às necessidades não atendidas que podem estar por trás da vontade de morrer.

    Não estava planejado usar desta forma o jogo, mas fez sentido. Ajudou na compreensão da importância em reconhecer os próprios sentimentos e necessidades, tanto como fator de proteção, quanto como ferramenta para pedir ajuda.

  2. Avaliação 5 de 5

    Ana L.

    Aqui já usei sozinha, usamos juntos numa escuta para o meu marido, ele usou sozinho, joguei com uma amiga que não conhecia e o resultado foi bem bonito. Estou pensando em aplicar num trabalho que co-desenvolvo sobre educação financeira lúdica e a equipe gostou da ideia. Penso que cada vez mais incorporo a CNV no meu dia a dia. Ontem, o meu esposo ofereceu uma escuta por meio do Grok, mas achei que não era o momento. E saber quando não jogar tb foi importante.

  3. Avaliação 5 de 5

    Roberto B.

    A prática do Grock envolve a comunicação. Mesmo sem jogar venho vendo em mim as falas violentas, meus sentimentos e necessidades.
    Acho que isso é observar atentamente. Estou começando assim. […]

    […]o jogo é uma ferramenta, mas o auto conhecimento é fundamental. Há até a possibilidade de jogar sozinho para se auto conhecer.

  4. Avaliação 5 de 5

    Estela M.

    Tenho notícias inacreditáveis para vocês. Olha como o mundo é. Estava dentro da minha bolsa o Jogo Grok que eu encomendei para aquele meu amigo e que quis trazer para casa primeiro para poder escrever uma carta, fazer uma dedicatória e mandar para ele. Estava na minha bolsa, que eu o ia pôr no correios depois do trabalho. Era minha intenção. Ficou na minha bolsa segunda, terça e quarta. E aí na quarta fui chamada.

    No meu trabalho eu faço às vezes algumas ações nas escolas. Fui fazer uma ação numa escola onde um adolescente se suicidou. E aí eu fui fazer uma ação com um grupo de adolescentes da sala dele e tal. E a ideia inicial não era, de forma alguma, trazer o Grok, trazer a comunicação não-violenta. A questão era mais essa coisa do luto, de elaborar o luto, das perdas, do suicídio, de outras coisas. E a gente ia fazer algumas dinâmicas. Do jeito que a coisa foi caminhando. Eles estavam super participativos. Eu nunca imaginei que teria tanta participação. Eu achei que teria que meio que forçando a participação.

    Eu senti no meu coração: “Meu, faz todo sentido. Vou pegar e vou arriscar.” Eu nunca tinha tentando jogar até agora ainda o Grok. Eu já tinha visto, eu já tinha lido, explorei as cartas, mas não tinha tentado jogar com alguém. Imaginei formas de jogar mas ainda não tinha levado de uma forma mais coletiva assim. E ai no fim das contas acho que foi uma coisa meio inspirada. Peguei o jogo. Eram 16 adolescentes na sala. E fiz um tipo de, uma brincadeira com eles com o Grok. Foi muito legal.

    O professor de biologia deles veio conversar comigo se eu poderia fazer a mesma coisa na reunião dos professores, porque ele achava muito importante para os professores porque a coisa está grave.

  5. Avaliação 5 de 5

    Lucas C.

    A vivencia com o jogo foi otima, foi com professoras, e abriu um espaco emocional muito restaurador.
    Gratidao pelo caminho aberto com o jogo!

  6. Avaliação 5 de 5

    Juliana R.

    Olá! Meu marido comprou o GROK e recebemos na semana passada. Tenho usado individualmente, praticando o jogo da autoempatia em várias situações, e as cartas me ajudam muito a identificar os sentimentos verdadeiros e legitimar minhas necessidades. O jogo tem sido um grande aliado para minha autopercepção e o estabelecimento da CNV comigo mesma! A leitura do manual já foi uma experiência de grande aprendizado, principalmente da diferenciação entre sentimentos verdadeiros e “verbos-vítimas” (isso é MUITO impactante na relação consigo mesmo!) e necessidades versus “pensamentos deveria” (o que é MUITO libertador!!).

    Tem sido uma prática diária! Não é simples mudar um modelo mental julgador construído ao longo de uma vida inteira, mas para mim essa ferramenta está catalizando um desejo íntimo de mudança, autocompaixão e autenticidade. Já tenho uma razoável dose de autoconhecimento construída com psicoterapia e outras terapias e práticas. Para mim, nesse momento, o jogo está sendo uma forma de exercitar um modelo mental mais conectado aos sentimentos e, portanto, mais compassivo comigo e com os outros.

  7. Avaliação 5 de 5

    Lucival C.

    Já joguei umas 2 vezes sozinho e uma com minha mãe. Todas as vezes foram bem positivas, principalmente com a minha mãe, pudemos nos abrir mais emocionalmente um para o outro e pude integrar melhor questões minhas quando joguei só!

  8. Avaliação 5 de 5

    Faber P.

    Levei pra sala de aula e joguei com um grupo de alunos de uma turma que teve um caso de envolvimento com drogas que culminou na internação do menino. A turma estava muito sensível e abalada. Foi lindo de ver. Ampliou a conexão que existia entre nós e organizou muitas coisas internas por ali!

  9. Avaliação 5 de 5

    Marcia P.

    Joguei 2 vezes com meu filho de 7 anos. Na primeira vez, ele que lê somente caixa alta, pedia que eu lesse para ele. Usamos somente a carta de sentimentos e foi delicioso ouvi-lo e compartilhar com ele o que sinto. Passaram alguns dias e ele me pediu para jogar novamente. Desta vez ele já tentou ler as palavras e quis usar as cartas das necessidades, mas não conseguimos desenvolver. De toda forma, estes momentos de atenção mútua sem eletrônicos, foi otima!

  10. Avaliação 5 de 5

    Talita D.

    Recebi o meu hoje e já usei numa sessão de Coaching. Feedback da coachee: “ficou muito claro pra mim quais são minhas verdadeiras necessidades e qual a diferença entre elas e minhas estratégias. Agora posso pensar na minha batna”!
    Amando o Grok! :*

    Gratidão!

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