Cotidiano

Posicione-se!

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transformação social
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Essa foto te chama a atenção? Então é hora de parar. Respirar fundo. Olhar pra dentro.

⚠️ Sabe aquela piada super legal, no ponto de vista do amigo que contou, mas que chega de forma depreciativa e ofensiva para pessoas negras, homossexuais ou mulheres (dentre outros)?

⚠️ Sabe aquele comentário que existe desde que nascemos, dizendo que lugar de mulher é na cozinha ou que serviço que não gostamos é serviço de preto? Ou algum outro que você até fale também, que tenha impacto na imagem coletiva de diferentes etnias e gêneros?

⚠️ Sabe aquele comentário de que todo pobre é vagabundo e não trabalha porque não quer, que normatizam as estruturas sociais que marginalizam e invisibilizam pessoas?

⚠️ Sabe aquelas comparações de que todo mundo na periferia tem potencial pra delinquência, por morarem em áreas onde existe também o tráfico?

Você deve lembrar, agora mesmo, de outras situações onde falas e ações, suas ou dos outros, sejam amplificadoras e perpetradoras de uma cultura de violência e negação, ou minimização, da existência do outro.

Como você tem se posicionado?

A transformação das estruturas de opressão está também em nossas mãos.

Dar esse passo não é sempre confortável. É cansativo. Desgastante.

Mas, se queremos uma sociedade de mais cuidado, de mais equidade, se mais garantias de direitos para todas e todos, temos também responsabilidade com a política que não costumamos ver.

Essa. Do dia-a-dia. Que existe em cada interação.

Posicione-se.

Se possível, de forma não violenta e acolhendo a experiência do outro. Sem rotulá-lo como errado, compreendendo de que lugar essa pessoa parte com suas ações, escutando com empatia e trazendo um convite para novas perspectivas. Construindo juntas novos caminhos. Novas possibilidades.

Navegue por outros artigos aqui no portal e tenha apoio para fortalecer seu músculo da empatia e encontrar caminhos para se posicionar empaticamente.

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Sergio Luciano

Sergio Luciano

Sou um dos fundadores da Colibri. Intrigado pela complexidade das relações de poder e privilégio numa sociedade, tenho me aprofundado nesse tema pelo olhar Processwork, uma abordagem terapêutica derivada da psicologia junguiana voltada para mediação de conflitos, facilitação de grupos e autoconhecimento. Também investigo e compartilho sobre comunicação não-violenta e atendo organizações e pessoas físicas no Brasil e no exterior.
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