O que nos move

Segundo Otto Scharmer e Katrin Kaufer, autores do livro “Leading from the emerging future, from ego-system to eco-system economies” (Liderar a Partir do Futuro que Emerge, a evolução do sistema econômico ego-cêntrico para eco-cêntrico), existem três paradigmas de separação vigentes em nossa sociedade:

Separação Ecológica

separação ecológica deve-se à desconexão entre o eu e a natureza.

Os efeitos estão aí para todos nós vermos – aquecimento global, escassez de água, desmatamento, poluição do ar, poluição da água, desastres naturais, etc. devido ao desrespeito pela relação básica com a terra, a água e a mãe natureza.

Separação Social

separação social deve-se à desconexão entre o eu e os outros.

É sobre como cada um de nós reage àquilo que é diferente de si. Isto pode ser sobre etnia, religião, nacionalidade, idioma, visão de mundo, opinião, sistemas de crenças e muito mais.

Separação Espiritual-Cultural

separação espiritual-cultural reflete uma desconexão entre o eu e o Eu.

Ou seja, entre o “eu” atual e o “eu” futuro emergente que representa o maior potencial da pessoa. Essa separação é sentida no peso dos “eu poderia, eu deveria, eu tenho que” de nosso dia-a-dia e manifestada nos números crescentes de burnout e depressão.

Na tradição andina, o colibri (beija-flor) é o símbolo da superação da dualidade que existe no mundo hoje, capaz de adentrar a uma nova consciência. Ele representa a coragem necessária para embarcar nesta transição de um paradigma de separação para interconexão, chamada de Grande Virada.

Ancorando-se nessa simbologia, a Colibri atua como polinizadora de mudanças para apoiar indivíduos e organizações a navegarem nessa transição.

©2018 Colab Colibri Assessoria - São José dos Campos / SP

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