O que nos move

Segundo Otto Scharmer e Katrin Kaufer, autores do livro “Leading from the emerging future, from ego-system to eco-system economies” (Liderar a Partir do Futuro que Emerge, a evolução do sistema econômico ego-cêntrico para eco-cêntrico), existem três paradigmas de separação vigentes em nossa sociedade:

Separação Ecológica

separação ecológica deve-se à desconexão entre o eu e a natureza.

Os efeitos estão aí para todos nós vermos – aquecimento global, escassez de água, desmatamento, poluição do ar, poluição da água, desastres naturais, etc. devido ao desrespeito pela relação básica com a terra, a água e a mãe natureza.

Separação Social

separação social deve-se à desconexão entre o eu e os outros.

É sobre como cada um de nós reage àquilo que é diferente de si. Isto pode ser sobre etnia, religião, nacionalidade, idioma, visão de mundo, opinião, sistemas de crenças e muito mais.

Separação Espiritual-Cultural

separação espiritual-cultural reflete uma desconexão entre o eu e o Eu.

Ou seja, entre o “eu” atual e o “eu” futuro emergente que representa o maior potencial da pessoa. Essa separação é sentida no peso dos “eu poderia, eu deveria, eu tenho que” de nosso dia-a-dia e manifestada nos números crescentes de burnout e depressão.

Na tradição andina, o colibri (beija-flor) é o símbolo da superação da dualidade que existe no mundo hoje, capaz de adentrar a uma nova consciência. Ele representa a coragem necessária para embarcar nesta transição de um paradigma de separação para interconexão, chamada de Grande Virada.

Ancorando-se nessa simbologia, a Colibri atua como polinizadora de mudanças para apoiar indivíduos e organizações a navegarem nessa transição.

Os Polinizadores

Laura Claessens

Fundadora e Facilitadora

Em busca de se conhecer através do mundo e conhecer o mundo através de si mesma.

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De origem belga, já morou em diversos países da África e das Américas, fazendo intercâmbio cultural, estudo, pesquisa de campo e trabalho voluntário. Tem graduação e mestrado em direito e mestrado em ciências ambientais, é formada em cooperação internacional, também guerreira sem armas e estudante de Process Work no Process Work Institute em Portland, OR, EUA. Na Bélgica e África do Sul atuou como voluntária em projetos sociais, culturais e ambientais. A partir de 2010 engajou-se na criação e facilitação de diversos eventos e encontros, dentre eles um evento sobre sustentabilidade para o público jovem e um projeto educacional europeu para a prática de empreendedorismo com jovens. Desde 2014 estuda, pratica e facilita vivências sobre comunicação não-violenta, ecologia profunda, facilitação de processos e mediação de conflitos. Em 2015 mudou-se para o Brasil, onde fundou a Colibri e participa de movimentos sociais.


Sérgio Luciano

Fundador e facilitador

Um mineiro que gosta de conversar, aprender com o cotidiano e escrever.

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Tem como missão de vida o despertar da potencialidade que vive em cada ser humano. É graduado em logística (2006), pós graduado em administração (2011), master coach certificado (2011), formado em liderança pelos institutos Intento & DFW (2013), guerreiro sem armas pelo Instituto Elos (2014 - formação de tecnologias sociais para realização de projetos coletivos) e estudante de Process Work no Process Work Institute em Portland, OR, EUA (2019). Com experiência de dez anos na área de logística, seis deles dedicado a gestão de processos e melhoria contínua deixou a carreira como gestor em uma multinacional para em 2017 dar novos passos e fundar a Colibri junto com sua companheira. Desde 2012 também tem atuado com treinamentos, palestras e facilitação de grupos sobre comunicação, liderança e comportamento, para jovens e adultos, no Brasil e exterior.


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