EMPATIA
você faz tudo certo.
escuta, valida, acolhe.
e parece que não adiantou nada?
← deslize para ler →
empatia sem posição é fuga com boa reputação
se você quer navegar a complexidade das relações de trabalho de forma estratégica e consciente, siga a leitura
EMPATIA
você faz tudo certo.
escuta, valida, acolhe.
e parece que não adiantou nada?
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empatia sem posição é fuga com boa reputação
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TRETA
você não engole sapo.
fala, confronta, não deixa pra lá.
e fica cada vez mais sozinho?
← deslize para ler →
treta sem escuta não resolve — isola
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Artistas da Escuta
Uma academia para quem já entendeu que as receitas mágicas e fórmulas prontas só dão conta dos desafios até a página 2...
e buscam mais musculatura, repertório e criatividade para dar conta do que vem depois.
Você está no lugar certo se
esses desafios soam familiares
01
Sabe o que pensa — mas na hora de falar para quem tem mais cargo, trava. E passa o resto do dia reescrevendo o que deveria ter dito.
02
Vê gente menos competente sendo promovida. Entende que tem um jogo acontecendo. Só não sabe como entrar nele sem sentir que está se traindo.
03
Um comentário vago do gestor — ou só um olhar — é suficiente para jogar a semana fora. Você absorve, processa em casa, finge que passou.
04
Tem alguém no ambiente que torna tudo mais difícil. Você tem teorias sobre por que essa pessoa age assim. Mas nenhuma dessas teorias te ajuda a lidar.
05
As regras que realmente mandam no ambiente não estão escritas em lugar nenhum. Você as sente — mas não consegue lê-las com precisão suficiente para se mover.
06
Entrega bem. Mas o que você faz some na máquina. A contribuição é real — raramente vira visibilidade. Você esperava que o trabalho falasse por si.
07
Sente que não tem consistência na forma como aparece — às vezes fala mais do que precisava, às vezes some quando importava estar. E essa imprevisibilidade está custando algo que você ainda não nomeou.
08
Está funcionando num ritmo que não é sustentável, num ambiente que não te reconhece — e ainda não decidiu o que vai fazer com isso.
A questão não é ter mais técnica. É entender o jogo — e conseguir jogar de forma que você não se perca no meio.
O que você desenvolve
Oito habilidades para quando o bicho pega de verdade
Sem técnica milagrosa. Com prática, investigação e muita conversa honesta.
01
Assertividade com critério
Ser mais assertivo, escolhendo o que, como e onde falar — em vez de falar tudo o que pensa ou engolir tudo em silêncio.
02
Navegação de poder
Ler quem tem poder numa sala, entender o que está em jogo antes de abrir a boca — e saber se posicionar sem se perder no meio do jogo.
03
Casca grossa de verdade
Não cair na primeira porrada. Porque ela vai vir — e você precisa estar de pé, lúcido e estratégico para o que vem depois.
04
Compreensão estratégica do outro
Desenvolver a capacidade de entender quem você considera um aliado, um inimigo ou um idiota — não para gostar, mas para se mover com mais inteligência.
05
Leitura de agendas ocultas
Perceber o que não está sendo dito — os interesses reais por trás das falas, o que circula antes da conversa começar, o que move quem você precisa influenciar.
06
Do implícito ao explícito
Nomear o que está implícito — transformar subentendidos em acordos, expectativas vagas em conversas reais. Porque o que não é dito claramente, volta cobrado.
07
Presença coerente
Calibrar quando falar e quando calar — estar presente sem dominar, ouvir sem desaparecer, se posicionar sem atacar. Coerência entre o que você pensa, diz e transmite.
08
Autocuidado sem romantismo
Cuidar-se emocionalmente para dar conta do mundo cão corporativo — porque ninguém vai fazer isso por você.
Nota
Isso não é uma promessa de que você vai resolver tudo. É uma proposta de que você pode desenvolver um olhar mais estratégico sobre o que está em jogo. E esse novo olhar faz toda a diferença.
Se alguma dessas te tocou — vale entender como você pode entrar.
Ver as formas de participarFormas de participar
Três formas de participar
Cada uma serve um momento diferente — do conteúdo no próprio ritmo ao encontro ao vivo e à prática intensiva. Ciclo maio a novembro.
Clique em cada nível para saber mais.
Para quando o calendário não cede — mas você não quer perder o fio do que estamos investigando. A cada 15 dias, você recebe um texto e um áudio de 5 a 10 minutos com a síntese do que foi explorado nos encontros ao vivo. Para ler ou ouvir quando e onde couber.
Não é newsletter. É o essencial do que importou — destilado para você carregar.
- Texto + áudio de 5–10 min a cada 15 dias
- Síntese do tema investigado nos encontros do B — Na Conversa
- Para consumir quando e onde quiser
6× de
R$ 49,90/mês
ou R$ 209,58 à vista (30% off)
Para quando você quer aprender com quem foi a fundo no assunto — ao vivo, com gravação para rever depois. Os encontros têm formato investigativo: os facilitadores conduzem o tema, você absorve, troca com quem está na sala. Pode entrar no painel quando quiser, com perguntas ou colocações.
Não é palestra — é conversa conduzida por quem foi a fundo no assunto. Você está na sala: ouvindo, trocando, participando.
- Encontros quinzenais ao vivo (2h15)
- Gravação da parte de conteúdo dos encontros
- Aquário: investigação conduzida pelos facilitadores
- Prática: exercício de aprofundamento entre participantes
- Q&A: amarração pós-prática
- Todo o conteúdo do A — Na Frequência incluído
6× de
R$ 79,90/mês
ou R$ 335,58 à vista (30% off)
Vai além do Na Conversa — e o inclui.
Para quando você quer trabalhar a fundo o que o B — Na Conversa abre. Funciona junto com ele: na semana seguinte a cada encontro ao vivo, um aprofundamento prático — o tema investigado vira material de trabalho, com situações reais, exercícios mais longos e acompanhamento direto. Não abre todo ciclo — quando abre, é para um grupo pequeno.
Num encontro você investiga. No seguinte, você trabalha com o que está vivendo — com a gente do seu lado.
B — Na Conversa incluído
- Encontros quinzenais ao vivo (2h15)
- Gravação da parte de conteúdo dos encontros
- Aquário: investigação conduzida pelos facilitadores
- Prática: exercício de aprofundamento entre participantes
- Q&A: amarração pós-prática
- Todo o conteúdo do A — Na Frequência incluído
Mais no Na Prática
- Encontros práticos intercalados
- Trabalho com situações reais dos participantes
- Grupo pequeno — vagas muito limitadas
6× de
R$ 279,90/mês
ou R$ 1.535,58 à vista
Ritmo
Quando acontece
Seis meses. Os encontros do Na Conversa acontecem na 1ª e 3ª quartas do mês, das 19h às 21h15. O Na Prática entra na 2ª e 4ª quartas, no mesmo horário. O Na Frequência segue o mesmo ritmo, sem encontros ao vivo.
Ritmo de um mês típico
1ª quarta
Encontro ao vivo
2ª quarta
C · Na Prática
Encontro de aprofundamento prático
Gravação do encontro liberada
A · Na Frequência
Resumo em texto e áudio disponível
3ª quarta
Encontro ao vivo
4ª quarta
C · Na Prática
Encontro de aprofundamento prático
Gravação do encontro liberada
A · Na Frequência
Resumo em texto e áudio disponível
5ª quarta
Encontro bônus ao vivo
A parte de conteúdo dos encontros do B - Na Conversa é gravada. As trocas práticas podem não ter gravação — e no C - Na Prática, a gravação depende do consenso do grupo. Encorajamos você a se planejar para estar presente.
Antes de decidir
O que atravessa toda a investigação
Cinco dimensões que permeiam os encontros em forma de conteúdo e saberes. Elas não seguem uma ordem fixa — vão emergindo à medida que os encontros avançam, se aprofundando e se completando ao longo da experiência.
Um mergulho na individualidade: padrões que influenciam nossas relações.
Exploramos as múltiplas camadas que compõem nossa individualidade, reconhecendo que cada pessoa é um universo único de experiências, percepções e sentimentos.
Exemplo
Quando você percebe que está reagindo de forma desproporcional — e quer entender de onde vem isso.
Um mergulho na individualidade: padrões que influenciam nossas relações.
Exploramos as múltiplas camadas que compõem nossa individualidade, reconhecendo que cada pessoa é um universo único de experiências, percepções e sentimentos.
Exemplo
Quando você percebe que está reagindo de forma desproporcional — e quer entender de onde vem isso.
Reconhecer os padrões é o começo. Trabalhá-los é o que acontece nos encontros. O próximo ciclo começa em maio.
Quem faz isso acontecer
As pessoas que anfitriam a comunidade
A comunidade nasceu de uma prática real — não de uma ideia de negócio. Duas pessoas com histórias diferentes, que encontraram na escuta e nas relações o centro do que fazem.

Co-fundadora
Maria Clara Lopes
Fundadora da NeoÁgora, consultoria ateliê de comunicação e design de experiências
Criadora da abordagem "Arquitetura de Conversas" — design baseado em escuta, negociação e coerência
Jornalista pela USP, especialista em comunicação corporativa, branding e facilitadora de grupos
Editora-executiva da HSM Management (2021–2023) e 14 anos na Prodesp

Co-fundador
Sérgio Luciano
Fundador da Colibri (2017) — transformação em comunicação e relações
Especialização em Process Work no Process Work Institute (EUA) e pós-graduação em Psicologia Junguiana
Colunista no UOL Ecoa (2021–2022) — mais de 60 artigos sobre relações e sociedade
SENAC SP: 1.000+ colaboradores em 15+ cidades — transformação organizacional em escala
É com eles que você vai trabalhar.
Na voz de quem participou
O que fica depois de participar
Percebi 29 pessoas adultas, inteligentes e experientes desperdiçando tempo precioso porque não encontramos juntas um jeito de transformar o clima emocional.
Facilitadora
GrupoMaria Clara domina o assunto e tem uma ótima didática. Em pouco tempo me ajudou a identificar pontos cruciais sobre meu perfil (introversão x timidez) e me deu um norte claro para o meu posicionamento. As indicações de livros e o compartilhamento da sua trajetória trouxeram grandes reflexões.
Participante
MentoriaO que mais mexeu comigo foi pensar sobre como alguns sentimentos negativos estão relacionados com necessidades não supridas. E como sou muito reativa e pouco empática.
Participante
AutoconhecimentoMaravilhosa! Conversa e abordagens excelentes, fui acolhida e recebi insights valiosos!
Participante
MentoriaConheci conceitos que ampliaram minha visão de tal forma que me sinto pequena diante de tanto conhecimento, mas num potencial enorme de transformar e ser transformada.
Psicóloga clínica
AprendizadoA conversa foi bem esclarecedora. Maria Clara tocou pontos importantes que eu não havia considerado inicialmente e me ajudou a ampliar e direcionar melhor o caminho para que eu possa atingir meu objetivo.
Participante
MentoriaPercebi as minhas muitas fugas para manter um padrão que fui ensinada desde pequena. "Cala a boca menina", "engole esse choro". Hoje eu percebo que vou calar a boca se eu quiser.
Participante
AutoconhecimentoMentora maravilhosa, clara e objetiva em seus posicionamentos. Tem uma voz firme e de empoderamento; sabe o que está falando e consegue passar segurança e certeza. Tem uma visão supermadura do mundo corporativo, nos fazendo pensar e nos autoavaliar sem julgamento.
Participante
MentoriaNota
Nomes anonimizados para preservar a privacidade dos participantes.
Cada um desses relatos começou com uma decisão pequena. A sua pode começar agora.
Dúvidas comuns
Perguntas que você provavelmente tem
Não exatamente. O B - Na Conversa tem estrutura — tema, leitura, facilitador — mas o formato é de investigação coletiva, não de transmissão de conteúdo. O C - Na Prática vai mais fundo: você traz o que está acontecendo de verdade e trabalha ao vivo, com o grupo. Os dois são espaços de aprendizado — não lugares para absorver o que alguém sabe.
Não. Mas ajuda ter chegado no limite das respostas técnicas — perceber que o problema não é de método, de ferramenta ou de comunicação mais clara. Se você ainda está testando essas hipóteses, tudo bem. Se já sabe que vai mais fundo, você está no lugar certo.
B - Na Conversa: 1ª e 3ª quartas do mês. C - Na Prática: 2ª e 4ª quartas. Sempre das 19h às 21h15.
B - Na Conversa: a parte de conteúdo é gravada e fica disponível durante o ciclo. As trocas práticas entre participantes podem não ser gravadas. C - Na Prática: a gravação depende do consenso do grupo — temas sensíveis surgem, e o espaço pertence a quem está presente. Em ambos, encorajamos que você se planeje para estar ao vivo.
Você entra na lista de espera e é avisado assim que abrir vaga — seja no próximo ciclo ou no meio do atual. Enquanto isso, o B - Na Conversa não é plano B: é completo por si mesmo e tem pessoas que ficam nele por escolha, não por falta de opção.
Para subir de nível durante o ciclo, sim — desde que haja vaga no C - Na Prática. Para descer não é possível no meio do caminho, mas se algo mudar na sua situação, fala com a gente.
Se cancelar antes do segundo encontro do ciclo, você recebe o valor integral de volta — o que já vai além dos 7 dias do Código de Defesa do Consumidor (Art. 49). Depois do segundo encontro, não há mais reembolso. Na dúvida sobre o momento certo, conversa com a gente antes de entrar.
Não prometemos. O que podemos dizer: quem se dedica sai diferente de como entrou. Não necessariamente com o problema resolvido — mas com uma clareza sobre ele que não tinha antes.
Emitimos nota fiscal para pessoa física e jurídica. Se precisar de algo específico para viabilizar internamente, manda uma mensagem e a gente ajuda.
Não somos coaches nem consultores. Somos praticantes — anos mergulhados no tema: lendo, experimentando, errando, revisando. Dentro de organizações e fora delas. Ensinamos o que vivemos. E continuamos aprofundando.
Se ainda está aqui, provavelmente já sabe. O próximo ciclo começa em maio — escolha como quer entrar.